As mais tocadas no DoReSol
Músicas essenciais
Triste
Ellis Regina
A Virgem de Macarena
Ellis Regina · 1963
Tango italiano
Ellis Regina · 1963
Dengosa
Ellis Regina · 1963
Formiguinha triste
Ellis Regina · 1963
Adeus amor
Ellis Regina · 1963
Flertei...
Ellis Regina · 1963
Ressurreição
Ellis Regina · 1963
A noite
Ellis Regina · 1963
Outra vez
Ellis Regina · 1963
4 álbuns · 1963 — 1974
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Mais sobre Elis Regina
Biografia
Na década de 1970, sua carreira deu uma guinada para o teatral. Em 1975, Falso Brilhante não era um disco nem um show: era uma experiência. Ficou mais de um ano em cartaz e percorreu quase trezentas cidades, com um espetáculo que brincava com a luz, o movimento e uma encenação que desafiava os limites do que um recital podia ser. Dois anos depois, Transversal do Tempo levou essa ideia ainda mais longe: um espetáculo político, tenso, onde a música se misturava ao clima de resistência contra a ditadura. Mas nem tudo era drama: em 1980, Saudades do Brasil surpreendeu com números de dança amadora e uma seleção de canções que iam do patriotismo à nostalgia mais pura. Seu último grande projeto, Trem Azul em 1981, foi eleito o melhor show do ano, como se soubesse que o tempo se esgotava. Em cada um desses trabalhos, sua voz seguia sendo o fio condutor, mas era sua capacidade de se reinventar — e reinventar a música brasileira — que os tornava únicos.
Para além dos palcos, seu ativismo fazia parte de sua arte. Em 1969, suas declarações contra a ditadura lhe renderam tensões com as autoridades, mas também a transformaram em um símbolo de resistência. Quando o regime a obrigou a cantar o Hino Nacional em um estádio, a esquerda a criticou por ceder, embora ela argumentasse que o fez para proteger outros músicos perseguidos. Em 1979, O Bêbado e a Equilibrista —de João Bosco e Aldir Blanc— tornou-se o hino da Anistia, um chamado aos exilados que voltavam ao país. A canção mencionava até mesmo Betinho, irmão de Henfil, um sociólogo-chave na luta pelos direitos humanos. Não eram apenas letras: eram atos. Ela morreu em 1982, aos 36 anos, em circunstâncias que ainda hoje geram debate, mas seu legado não se mede em anos, e sim nas vozes que inspirou e nos palcos que redefiniu.
Dados
- Nascimento
- 17 mar 1945
- País
- 🇧🇷 Brasil
- Gênero
- MPB
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Fotografia
Elis especial
Tributo à Mangueira: Mangueira / Fala, Mangueira / Exaltação à Mangueira / Levanta Mangueira / Despedida de Mangueira / Pra machucar meu coração
Elis especial · 1968
Tributo a Tom Jobim: Vou te contar (Wave) / Fotografia / Outra vez
Elis especial · 1968
De onde vens?
Elis especial · 1968
Corrida de jangada
Elis especial · 1968
Carta ao mar
Elis especial · 1968
Upa, neguinho
Elis especial · 1968
Águas de março
Elis
Boa palavra
Elis · 1972
Canção do sal
Elis · 1972
Carinhoso
Elis · 1972
Tereza sabe sambar
Elis · 1972
Sonho de Maria
Elis · 1972
Lunik 9
Elis · 1972
Tem mais samba
Elis · 1972
Estatuinha
Elis · 1972
Pra dizer adeus
Elis · 1972
Samba em paz
Elis · 1972
Roda
Elis · 1972
Pois é
Elis & Tom · 1974
Só tinha de ser com você
Elis & Tom · 1974
Modinha
Elis & Tom · 1974
Triste
Elis & Tom · 1974
Corcovado
Elis & Tom · 1974
O que tinha de ser
Elis & Tom · 1974
Retrato em branco e preto
Elis & Tom · 1974
Brigas, nunca mais
Elis & Tom · 1974
Por toda a minha vida
Elis & Tom · 1974
Fotografia
Elis & Tom · 1974
Soneto de separação
Elis & Tom · 1974
Chovendo na roseira
Elis & Tom · 1974
Inútil paisagem
Elis & Tom · 1974
Águas de março
Elis & Tom · 1974