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No vayas a atender cuando el demonio llama 2025
Álbum · por Lali ↗ Ver artista

No vayas a atender cuando el demonio llama

Quando Lali embarcou na criação de seu sexto álbum, No vayas a atender cuando el demonio llama, lançado em 29 de abril de 2025, ela buscou uma sonoridade que ressoasse com as raízes do rock argentino. Este projeto, produzido por Mauro De Tommaso e Don Barreto, nutre-se de gêneros como rock, pop rock e electropop, mas também se aventura em territórios do rock alternativo, punk rock e disco. A composição foi gestada em colaboração com Martín D'Agosto e Mauro De Tommaso, que já haviam trabalhado com ela em seu álbum de 2023, e contou com contribuições de artistas como BB Asul e Juan Giménez Kuj. A artista descreveu este trabalho como sua obra mais pessoal e autêntica até o momento, explorando uma faceta mais introspectiva e abraçando o rock como uma linguagem fundamental de sua identidade argentina.

Ano
2025
Músicas
15
Duração
37 min 26 seg
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Sobre o álbum

No vayas a atender cuando el demonio llama, segundo o DoReSol

O impacto de No vayas a atender cuando el demonio llama foi notável desde seu lançamento. O álbum estreou no topo das paradas na Argentina, somando assim seu sexto número um no país e estabelecendo um recorde ao permanecer dez semanas consecutivas nessa posição, tornando-se também o álbum argentino mais vendido de 2025. A força do disco se evidenciou quando seis de suas faixas, junto a uma colaboração, irromperam simultaneamente no Billboard Argentina Hot 100. Para dar vida a essas canções ao vivo, Lali empreendeu a turnê Lali Tour 2025, que começou na Argentina e se estendeu pela América Latina e Europa.

A semente deste som vinha sendo gestada desde antes. Em abril de 2023, Lali já insinuava uma exploração sonora futura, mencionando como a canção "Sola" de seu álbum anterior, gravada no Uruguai, funcionava como um "outro" que antecipava o caminho a seguir. Inspirada pelos sons dos anos oitenta e noventa, e admirando figuras como Donna Summer e Cher, ela buscava capturar a grandiosidade da música disco. Até mesmo uma colaboração com Cachorro López em uma versão de "Mil Horas" de 1983, com um videoclipe de estética setentista, serviu como uma ponte para a essência do rock nacional que definiria este sexto álbum.