La storia dietro
Everybody Wants to Rule the World, secondo DoReSol
Quando você mergulha em Everybody Wants to Rule the World, encontra uma canção que, apesar de seu ar otimista, explora a ambição humana e o desejo de controle. A ideia central, como contou Curt Smith, gira em torno da busca por poder e da desolação que a guerra gera. É interessante notar que essa profunda reflexão surgiu como uma adição de última hora durante a gravação do álbum Songs from the Big Chair. Roland Orzabal mostrou a Chris Hughes um par de acordes em guitarra acústica, e dessa faísca nasceu a peça que acabaria sendo a última a ser adicionada ao disco. O produtor Hughes, de fato, a descreveu como "mole como o inferno" em termos de gravação, mas foi ele quem incentivou Orzabal a gravá-la, com o objetivo de conquistar as paradas dos Estados Unidos.
A gravação de Everybody Wants to Rule the World ocorreu no estúdio The Wool Hall em Beckington, Inglaterra, durante 1984. O impressionante é que, apesar de sua complexidade sonora, foi concluída em apenas duas semanas. O ritmo, descrito por Orzabal como um "shuffle" um tanto alheio ao seu estilo habitual, deu à canção uma energia mais extrovertida, afastando-se da rigidez de temas como Shout. Até mesmo a linha final do refrão, que originalmente dizia "Everybody wants to go to war", teve que ser modificada para que Orzabal se sentisse mais confortável com a peça. O resultado foi um tema que ressoou globalmente, alcançando o primeiro lugar em países como Canadá e Nova Zelândia, e chegando ao Top 10 em paradas importantes como a Billboard Hot 100 dos Estados Unidos.
Esse sucesso foi consolidado com certificações de ouro e reconhecimento em cerimônias como o Brit Awards em 1986.
Dall'album
Songs From the Big Chair
Tears for Fears · 1985
Dati