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🇺🇸 Estados Unidos · 2008–presente

Sabrina Carpenter

Sabrina Carpenter não é apenas a garota que sonhava nos corredores da Disney Channel: é quem moldou um pop com ganchos que grudam e letras que soam diariamente nos fones de ouvido de metade do mundo. Sua voz, que começou como um registro limpo e adolescente, foi mutando até encontrar um tom mais rouco e confessional, como se cada canção fosse uma mensagem direta para alguém — ou para si mesma—. Em seus primeiros discos, o pop tinha ecos de folk e eletrônica suave, mas nos últimos anos ela deu um giro para ritmos mais secos, guitarras que cortam e melodias que se repetem como um café que você não consegue deixar de pedir. Não é o som de quem busca soar genérico, mas de quem prefere que as canções soem como algo que você já viveu, mesmo que não o tenha planejado.

O momento em que tudo se redefiniu foi quando ela deixou para trás o selo da Disney em 2021. Até então, sua música soava como a trilha sonora de uma série familiar: polida, mas com limites. Com Emails I Can’t Send, em vez disso, ela mostrou que podia escrever sobre desamor com ironia e sem filtros, como se o microfone não fosse mais para um público adolescente, mas para qualquer um que tenha passado por um término. Canções como Nonsense ou Because I Liked a Boy não apenas tocaram no rádio: tornaram-se virais em plataformas onde as pessoas compartilham suas próprias histórias. Ali ela deixou de ser "a ex da Disney" para se tornar uma voz que soa no presente, não no passado.

2 Álbuns
24 Músicas
3,4M Ouvintes/mês

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2 álbuns · 2024 — 2025

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Biografia

Em 2024, com Short n’ Sweet, ela deu mais um passo: o pop aqui é mais brincalhão, com guitarras que lembram os anos 2000 e letras que brincam com duplos sentidos. Espresso é o exemplo perfeito: um tema que soa a festa, mas fala sobre vício em alguém, como se o ritmo acelerado fosse a desculpa para não parar. O disco chegou ao número um nos Estados Unidos e lhe deu seu primeiro número um na Billboard Hot 100 com Please Please Please, algo que nem mesmo seus anos em Hollywood haviam lhe dado. Mas o mais interessante não é o recorde, mas como ela o alcançou: com uma turnê que esgotou ingressos em semanas e uma presença nas redes que não depende de algoritmos, mas de canções que as pessoas querem cantar a plenos pulmões.

E se você achava que ela já tinha dado tudo, em 2025 lançou Man’s Best Friend, outro disco que repete a fórmula de sucesso: menos produção exagerada, mais groove direto. O single Manchild veio primeiro, mas foi Such a Funny Way —aparecido como presente de Natal— o que fechou o ciclo com um aceno aos fãs. Não é coincidência que seus álbuns mais recentes soem como um diário íntimo exposto publicamente: Carpenter parece ter encontrado a maneira de que sua música não apenas acompanhe, mas dialogue com quem a ouve. E isso, no pop de hoje, é mais raro que um hit número um.

Dados

Nascimento
11 mai 1999
País
🇺🇸 Estados Unidos
Gênero
dance-pop

Prêmios e reconhecimentos

  • Grammy

Selos discográficos

Island

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