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Urban Hymns 1997
Álbum · por The Verve ↗ Ver artista

Urban Hymns

Quando The Verve se propôs a gravar o seu terceiro álbum, Urban Hymns, o caminho não foi direto. Após um rompimento em agosto de 1995, a banda se reuniu duas semanas depois, mas sem o seu guitarrista original. O processo de composição e gravação passou por várias etapas: Richard Ashcroft gravou maquetes em Bath, Simon Tong se juntou, houve sessões que não deram certo com outros produtores, e até Bernard Butler passou uma semana com eles antes de seguir seu próprio caminho. Finalmente, em 1996, eles retornaram aos Olympic Studios em Londres. A produção ficou a cargo de Martin "Youth" Glover e, em seguida, do engenheiro Chris Potter. No início de 1997, Ashcroft convidou Nick McCabe de volta, que aceitou. Isso levou à regravação de várias partes para incorporar sua guitarra, e as sessões se estenderam até maio de 1997. O resultado, lançado em 29 de setembro de 1997, pela Hut Records, é um álbum que se distingue pelo seu som expansivo, com influências que vão do rock orquestral à psicodelia.

Ano
1997
Músicas
13
Duração
75 min 51 seg
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13 música|s

Lista de músicas

# Título Disponível

Sobre o álbum

Urban Hymns, segundo o DoReSol

Este álbum gerou canções que ressoaram fortemente. "Bitter Sweet Symphony", o primeiro single lançado em junho de 1997, gerou debate sobre os créditos de autoria devido a um sample, mas seu uso posterior em um anúncio da Nike ajudou a dar visibilidade ao disco. Seguiu-se "The Drugs Don't Work" em setembro de 1997, que alcançou o primeiro lugar no Reino Unido, e "Lucky Man" em novembro de 1997. O álbum foi apresentado ao vivo para 40.000 pessoas em Haigh Hall, em Wigan, em maio de 1998, e "The Rolling People" foi lançado como último single, apenas para rádio nos Estados Unidos, em junho de 1998. A música de Urban Hymns, com suas texturas sonoras complexas e imersivas, movia-se entre baladas melancólicas como "Sonnet" e "Space and Time", passagens mais etéreas como "Catching the Butterfly" e "The Rolling People", e faixas potentes como "Come On", que fecha o disco.

Urban Hymns foi muito bem recebido pela crítica, destacando o papel de Ashcroft e a qualidade geral das composições. Alguns críticos o viram no contexto do Britpop, enquanto outros analisaram a fusão de seu som mais recente com o anterior, e a contribuição de McCabe. O álbum alcançou o primeiro lugar na Irlanda, Nova Zelândia, Suécia e Reino Unido, e ficou entre os dez primeiros na Austrália, Áustria, Finlândia, França, Itália, Noruega e Portugal. Vendeu 250.000 cópias em sua primeira semana no Reino Unido, tornando-se um dos álbuns de venda mais rápida e obtendo múltiplas certificações de platina. Em 1998, The Verve ganhou o Brit Award de Melhor Álbum por Urban Hymns, e Youth e Potter de Melhor Produtor. O disco apareceu em listas de melhores do ano de publicações como Melody Maker e NME, e foi incluído no livro "1001 Albums You Must Hear Before You Die".