O impacto de The Last Don foi considerável. Em seu momento, foi um dos primeiros álbuns de reggaeton a alcançar uma projeção internacional significativa, recebendo 4 de 5 estrelas por parte de Jason Birchmeier da AllMusic. As vendas iniciais foram sólidas, superando as 115.000 unidades em 2003, e em janeiro de 2005, já haviam sido vendidas mais de 250.000 cópias apenas nos Estados Unidos. Com o tempo, o álbum alcançou a certificação de Ouro e platina dupla na América Latina, e os números de vendas globais dispararam, chegando a reportar até 1 milhão de cópias mundialmente, e até 2 milhões segundo a Billboard Itália, e 3 milhões para 2024.
Além dos números, The Last Don foi reconhecido por sua contribuição ao gênero. A revista Rolling Stone o incluiu em sua lista dos 100 melhores álbuns de estreia de todos os tempos na posição 50, e a Billboard o apontou como um trabalho inovador para o reggaeton, assim como Barrio Fino. A companhia BMI também reconheceu Don Omar por este álbum, considerando-o um dos artistas latinos mais bem-sucedidos em crossovers. Em 2026, a revista Complex o nomeou o melhor álbum de reggaeton da história, consolidando seu legado. Uma reedição sob a série The Gold Series saiu em 2006.