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Divididos por la felicidad 1985
Álbum · por Sumo ↗ Ver artista

Divididos por la felicidad

Quando Sumo lançou Divididos por la felicidad em abril de 1985, não apenas apresentaram seu primeiro álbum, mas também abriram uma porta para um som que ressoaria forte na Argentina. Gravado entre outubro de 1984 e janeiro de 1985 nos estúdios CBS de Buenos Aires, este disco marcou sua saída do circuito mais íntimo de bares para chegar a palcos maiores, como o teatro Astros, onde o apresentaram em maio do mesmo ano. O título, de fato, é uma referência à banda britânica Joy Division, sugerindo já pelo nome uma conexão com atmosferas pós-punk.

Ano
1985
Músicas
10
Duração
38 min 29 seg
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Sobre o álbum

Divididos por la felicidad, segundo o DoReSol

Este trabalho é especialmente interessante por como funde elementos. Por um lado, encontramos canções que exploram o reggae com uma delicadeza sonora pouco vista até então no rock da Argentina, como em No acabes, Regtest, El reggae de paz y amor, No duermas e Kaya. Por outro lado, o álbum contém temas que se tornaram emblemáticos. La rubia tarada, originalmente chamada Una noche en New York City, tornou-se seu maior sucesso. E depois há Mejor no hablar (de ciertas cosas), uma das composições mais destacadas do grupo. A letra desta última tem uma história particular: surgiu de um momento em 1982, quando Luca Prodan cantou em vez de Indio Solari em um festival. Indio Solari, ao testar o som, ficou cativado por uma melodia lenta que a banda tocava de forma quase improvisada, enquanto ele recitava uma letra curiosa. Prodan se interessou pela canção, a obteve de Poly, produtora de Los Redondos, e ao retornar à sua sala de ensaio, pediu a Arnedo que acelerasse o ritmo do baixo para dar o selo característico de Sumo. A canção já havia aparecido em Corpiños en la Madrugada, mas aqui encontrou sua forma definitiva.

A produção técnica do álbum ficou a cargo de Luis Brozzoni, enquanto as fotografias que acompanham o material foram cortesia de Max Stuart da Austrália. O disco também inclui agradecimentos a várias pessoas e entidades, como Geniol con Coca, Alejandro Sokol, Tito Fargo, Stephanie Nuttal, Quito Figueroa e Mauricio Plomex, o que dá uma ideia do ambiente em que este trabalho foi concebido.

Discografia

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