Acordes em preparação
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A história por trás
Train in Vain, segundo o DoReSol
Quando Mick Jones o convida para ouvir o álbum completo, e você o encontra no estúdio gravando vocais em uma nova faixa, é que algo especial está acontecendo. Assim nasceu "Train in Vain", uma canção que, embora não estivesse na lista original de London Calling, acabou sendo o encerramento perfeito. Adicionaram-na no último momento, quando a arte da capa já estava na gráfica, o que explica por que não aparecia impressa no material do álbum. De fato, sua presença era anunciada apenas no sulco final do vinil. Esta faixa, que nos Estados Unidos e Canadá foi conhecida como "Train in Vain (Stand by Me)" para evitar confusão com a canção de Ben E.
King de 1961, tem um ritmo que evoca o movimento de um trem, uma sensação de estar perdido que Mick Jones, seu principal compositor, descreveu como a essência da peça. Alguns a interpretam como uma resposta a "Typical Girls" de The Slits, e diz-se que surgiu após a separação de Jones com a guitarrista dessa banda, Viv Albertine, que lembrou que ele costumava pegar o trem para ir à casa dela e ela nem sempre o deixava entrar. A gravação, que ocorreu em Wessex em 1979, contou com a produção de Guy Stevens e a engenharia de Bill Price. Revistas da época, como Cash Box e Record World, destacaram seu som mais comercial e o estilo vocal de Jones, sugerindo que poderia impulsionar The Clash a um maior sucesso.
Do álbum
London Calling
The Clash · 1979
Dados