A história por trás
The Earnest of Being George, segundo o DoReSol
Ao mergulhar em The Earnest of Being George, você se depara com uma peça que, embora não tenha sido um single principal, encapsula muito do que tornava os Bee Gees especiais naquela fase. A canção, com duração de 2:46, é um exemplo de como os irmãos Gibb trabalhavam no estúdio, com a produção compartilhada entre eles e Robert Stigwood. É um tema que se inclui no álbum Horizontal, lançado no início de 1968, um trabalho que já mostrava influências que iam dos Beatles ao pop barroco.
Este álbum, Horizontal, foi o quarto disco de estúdio dos Bee Gees e o segundo a ter distribuição internacional. Foi lançado originalmente na Polydor em muitos países, e na Atco apenas nos Estados Unidos e Canadá. Deste trabalho saíram singles que alcançaram grande repercussão internacional como Massachusetts e World. Um dado interessante é que em fevereiro de 2007, a Reprise Records relançou Horizontal, incluindo mixes estéreo e mono, além de material inédito, temas que não haviam sido incluídos em álbuns e tomadas alternativas. Antes deste álbum, por volta de julho de 1967, os irmãos Gibb também contribuíram com suas vozes nos coros da versão que Johnny Young fez de Craise Finton Kirk Royal Academy of Arts. Os Bee Gees, fundados em 1958, eram formados pelos irmãos Barry, Robin e Maurice Gibb. Nascidos na Ilha de Man e com seus primeiros anos em Chorlton, Manchester, mudaram-se para a Austrália no final dos anos 50, onde iniciaram sua carreira musical. Após seu primeiro sucesso na Austrália com Spicks and Specks, retornaram ao Reino Unido em janeiro de 1967, onde Robert Stigwood começou a impulsionar sua projeção mundial.
Do álbum
Horizontal
Bee Gees · 1968
Dados