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Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not

por Arctic Monkeys · Álbum Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not

Still Take You Home

Duração 2:53

Acordes em preparação

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Do álbum

Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not

Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not

Arctic Monkeys · 2005 · Track 6

Dados

Duración2:53
ÁlbumWhatever People Say I Am, That’s What I’m Not
Año2005
ISRCGBCEL0501185

A história por trás

A cena é uma boate às três da manhã: luzes que se movem ao ritmo de um baixo que lateja como um segundo coração. Still Take You Home captura aquele instante em que uma pessoa, entre a fumaça e o barulho, escolhe alguém que nem conhece direito, mas que, naquele contexto, se torna o seu centro. Não é uma declaração de amor convencional, e sim a versão noturna: efêmera, exagerada e com um toque de ironia. A letra avança como um passeio bêbado pelo local, onde cada verso soa como uma confissão improvisada entre goles e risos abafados. O curioso é que, no meio daquele caos, a música tem um ritmo firme, quase matemático, como se a própria euforia estivesse calculada.

Esta canção é a única do catálogo do Arctic Monkeys que inclui um crédito de composição para outro membro da banda que não seja o Alex Turner. A gravação foi mixada por Simon “Barny” Barnicott e Owen Skinner, enquanto Jim Abbiss ficou responsável pela produção. O resultado é um tema que respira a energia de Favourite Worst Nightmare, o segundo álbum da banda, lançado em abril de 2007. Esse disco os catapultou para a cena principal do indie rock britânico, com vendas que superaram 225 mil cópias na primeira semana e uma indicação ao Mercury Prize. Quando Still Take You Home chegou ao público, a banda já havia ganhado dois Brit Awards, consolidando-se como um fenômeno que, anos antes, havia começado com demos compartilhadas em fóruns da internet.