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A história por trás
Siete crisantemos, segundo o DoReSol
A canção Sete crisântemos, com seus 5 minutos e 6 segundos de duração, surge de um momento particular na carreira de Joaquín Sabina. Lançada em 1994 como parte do álbum Esta boca es mía, esta obra foi gestada em um período de maturidade pessoal e profissional para o cantor. Embora o disco não tenha alcançado a mesma ressonância comercial de seu predecessor, Física y química, obteve boas vendas e gerou canções que receberam comentários positivos. O desafio para Sabina era manter ou superar o nível de seu trabalho anterior, e para isso, como era habitual, contou com a colaboração de seus colaboradores habituais, Pancho Varona e Antonio García de Diego, que ficaram responsáveis pela maior parte dos arranjos.
Joaquín Ramón Martínez Sabina, nascido em Úbeda, Jaén, em 1949, é uma figura destacada na música em língua espanhola, conhecido tanto por sua faceta de cantor quanto de poeta. Ao longo de sua trajetória, publicou quatorze álbuns de estúdio, quatro ao vivo e três compilações, além de ter participado de duetos e colaborações com outros artistas. Sua habilidade compositiva se estende à criação de temas para intérpretes como Ana Belén ou Miguel Ríos. Entre seus trabalhos ao vivo estão gravações significativas como La mandrágora (1981), ao lado de Javier Krahe e Alberto Pérez, e Joaquín Sabina y Viceversa en directo (1986) com a banda Viceversa. Em 2001, um leve infarto cerebral marcou um ponto de virada em sua vida, levando-o a um período de reflexão e depressão, após o qual retornou com Dímelo en la calle (2002) e, posteriormente, Alivio de luto (2005). Seu último álbum solo, Vinagre y rosas, lançado em 2009, teve excelente recepção comercial.
Do álbum
Esta boca es mía
Joaquín Sabina · 1994 · Track 4
Dados