A história por trás
Sexo, violencia y llantas, segundo o DoReSol
Esta canção abre LUX como um prólogo em tom operístico: o piano e os arranjos de cordas estabelecem desde a primeira nota a tensão entre o terreno e o sagrado que percorre todo o álbum. O próprio título — Sexo, violência e pneus — condensa essa dualidade: o físico, o cru, o que se arrasta no asfalto, diante do etéreo que surge em versos como "Deus" ou "pombas". A peça funciona como um limiar, com uma progressão ascendente que termina se fundindo com Reliquia, a faixa que marca o verdadeiro início da jornada espiritual de LUX. São dois minutos e vinte e um segundos em que Rosalía não só anuncia o conflito central do disco, como também o faz soar.
A gravação desta música contou com uma equipe de arranjadores e produtores que lhe deram esse ar sinfônico: Vanessa Amara, Elliott Kozel e Jake Miller ficaram responsáveis pelos arranjos, enquanto a mixagem ficou a cargo de Ramiro Fernandez-Seoane, Francesco di Giovanni e Manny Marroquin. Entre eles, Sir Dylan, Noah Goldstein, David Rodríguez e a própria Rosalía assinaram a produção. Em 2018, ano em que Rosalía se tornou a artista espanhola com mais prêmios Grammy Latinos em uma única cerimônia, esta canção apareceu como a primeira faixa de LUX, um disco que explorava fronteiras entre gêneros e emoções.
Do álbum
LUX
ROSALÍA · 2025 · Track 1
Dados
Créditos
Letra ROSALÍA
Música Sir Dylan, ROSALÍA, Noah Goldstein, David Rodríguez