Deste projeto ambicioso surgiram canções que ressoaram de forma particular. "Another Brick in the Wall, Part 2" tornou-se a única faixa de Pink Floyd a alcançar o primeiro lugar tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos. Outra faixa de destaque é "Comfortably Numb", que se tornou uma referência. A banda levou The Wall para os palcos entre 1980 e 1981, com encenações muito elaboradas que, embora impactantes, quase levaram a banda à falência. A história de Pink e seu muro também saltou para as telas em 1982 com o filme Pink Floyd – The Wall, dirigido por Alan Parker, com roteiro do próprio Roger Waters e animações de Gerald Scarfe.
A magnitude de The Wall reflete-se nas suas vendas, superando os 30 milhões de cópias, o que o posiciona como o segundo álbum mais vendido da banda, atrás de The Dark Side of the Moon (1973). Foi reconhecido em múltiplas ocasiões, aparecendo em listas como os "500 melhores álbuns de todos os tempos" da Rolling Stone em várias ocasiões (2003, 2012, 2020) e ocupando o 30º lugar nos "All Time Top 1000 Albums" de Colin Larkin no ano 2000. Além disso, Roger Waters reviveu a obra em turnês posteriores, incluindo uma produção ao vivo em Berlim em 1990 para comemorar a Queda do Muro, e uma extensa turnê solo entre 2010 e 2013 que se tornou uma das mais bem-sucedidas de um artista individual. As sessões de gravação também renderam material que foi reutilizado no disco seguinte da banda, The Final Cut (1983).