Atrás, uma fivela de cinto com uma águia e as notas do álbum completam a estética. Apesar de não ter alcançado um grande impacto comercial na época, atingindo o 111º lugar no Billboard Top LPs & Tape, o disco foi recebido com excelentes críticas. Canções como Blitzkrieg Bop tornaram-se hinos instantâneos, e a influência deste trabalho sentir-se-ia em géneros posteriores. Antes de o disco ver a luz do dia, figuras como Lisa Robinson, editora da Hit Parader, desempenharam um papel fundamental. Após vê-los tocar ao vivo, ela começou a escrever sobre eles, chamando a atenção de Danny Fields, que se tornou o seu manager em novembro de 1975.
Foi Fields quem convenceu Craig Leon a produzir o álbum, e por sua vez, Leon apresentou a banda a Seymour Stein, presidente da Sire Records, que lhes ofereceu um contrato. O disco, que inclui uma versão de Let's Dance de Chris Montez, lançou as bases para o que viria, e o seu legado manteve-se firme, sendo reconhecido em listas importantes como a da Rolling Stone ao longo dos anos.