A influência de Brothers in Arms ressoou fortemente nas paradas de sucesso. Permaneceu catorze semanas não consecutivas no primeiro lugar do UK Albums Chart e nove semanas no topo do Billboard 200 nos Estados Unidos, além de liderar o Australian Albums Chart durante 34 semanas. Este sucesso traduziu-se em reconhecimentos, como um Grammy em 1986 por Melhor Álbum de Engenharia, Não Clássico, e um Brit Award em 1987 ao Melhor Álbum Britânico. Canções como Money for Nothing, que contou com a participação vocal de Sting, ou Brothers in Arms, tornaram-se pilares do disco. O som geral do álbum, que combinava o estilo rock de estádio com toques folk e o distintivo som de guitarra dos Dire Straits, beneficiou de uma produção mais elaborada e potente.
A transcendência do álbum estendeu-se ao longo dos anos, com reedições que buscaram preservar o seu legado. Em 2006, uma versão remasterizada em vinil a meia velocidade ofereceu as canções completas pela primeira vez neste formato, distribuídas em quatro lados. Em 2020, a revista Rolling Stone o colocou na posição 418 de sua lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos, e a Q magazine o apontou no número 51 de seu ranking dos 100 Melhores Álbuns Britânicos da História. Para comemorar seu 40º aniversário em 2025, foi lançada uma reedição especial que incluía o álbum completo juntamente com um concerto ao vivo inédito da turnê mundial.