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Confesiones de invierno

por Sui Generis · Álbum Confesiones de invierno

Rasguña las piedras

Duração 3:11

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Do álbum

Confesiones de invierno

Confesiones de invierno

Sui Generis · 1973

Dados

Duración3:11
ÁlbumConfesiones de invierno
Año1973

A história por trás

Existem várias maneiras de entender a história por trás de Rasguña las piedras, uma peça que Charly García compôs e que a dupla Sui Generis tornou sua. Uma das versões mais impactantes, embora desmentida pelo próprio Charly, fala de uma namorada de Nito que foi enterrada viva e que, ao ser exumada, apresentava marcas de ter tentado sair. Outra interpretação a vincula ao clima de opressão prévio ao golpe militar na Argentina, imaginando o desespero daqueles que eram trancados em celas de isolamento. Também foi contada como uma história de amor interrompida por um muro, onde ela luta para se libertar e ele sente impotência. Chegou-se até a especular que poderia se referir à separação pelo Muro de Berlim e à esperança de sua queda, que ocorreu anos após sua gravação. O certo é que a canção, segundo Troncoso, é um "desesperado canto de amor e liberdade".

Esta composição viu a luz em 1973, fazendo parte do álbum Confesiones de invierno, editado pelo selo Talent. Foi um dos temas que consolidou a fama da dupla e de Charly García, tornando-se uma daquelas Canções que se cantam ao redor de fogueiras e se integram à paisagem cultural. Muito depois, em 2001, Charly García a revisitou para seu disco Si - Detrás de las paredes, contando com a colaboração de Gustavo Cerati em guitarras e vocais. O impacto de Rasguña las piedras foi tal que em 2002, a revista Rolling Stone e a MTV a colocaram como a terceira melhor canção de rock argentino de todos os tempos. Além disso, faz parte da trilha sonora do filme La noche de los lápices.