Acordes em preparação
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A história por trás
Craise Finton Kirk Royal Academy of Arts, segundo o DoReSol
Ao mergulhar em Craise Finton Kirk Royal Academy of Arts, você se depara com uma peça que se afasta bastante do que poderia esperar do resto do álbum Bee Gees' 1st. É como se, ao final do primeiro lado do disco, os Bee Gees decidissem dar um respiro e mostrar uma faceta mais íntima. A gravação, que ocorreu em 21 de março de 1967, após a adição das partes orquestrais para as outras canções, destaca-se pela sua simplicidade: apenas piano e voz. Essa escolha confere à música uma atmosfera muito particular, quase como um sussurro, que contrasta fortemente com a energia das faixas que a cercam.
Essa particularidade também chamou a atenção de outros músicos. O cantor australiano Johnny Young, amigo dos irmãos Gibb, gravou sua própria versão de Craise Finton Kirk Royal Academy of Arts em julho de 1967 nos IBC Studios. Para essa interpretação, Barry, Robin e Maurice Gibb contribuíram com suas vozes nos coros. A produção dessa versão ficou a cargo de Robert Stigwood, e a direção musical foi de Bill Shepherd. Foi lançada como single em agosto de 1967 pela Polydor Records no Reino Unido e pela Clarion Records na Austrália. Como lado B, foi incluída outra faixa dos Bee Gees, I Am the World, escrita por Robin Gibb em 1966. A versão de Johnny Young foi bem recebida, tocando nas últimas quatro semanas de transmissão na Radio London e sendo uma das faixas mais populares na lista da Big L'97. Foi até mencionada como parte da playlist da Caroline. Em termos de impacto nas paradas, a canção alcançou o 14º lugar nas paradas da Go-Set em Melbourne e no Kent Music Report em Sydney.
Do álbum
Bee Gees’ 1st
Bee Gees · 1967
Dados