A gravação, mixagem e masterização do álbum foram realizadas em Luzbola, o estúdio próprio de Indio Solari. A engenharia e edição ficaram a cargo de Martín Carrizo e Hernán Aramberri. O disco foi indicado em 2014 ao Premios Gardel na categoria de Melhor álbum artista de rock. As apresentações ao vivo deste trabalho foram massivas: a primeira ocorreu no Hipódromo de Gualeguaychú em abril de 2014, convocando mais de 180.000 pessoas. Nesse mesmo ano, em dezembro, apresentou-se no Autódromo de Mendoza para mais de 100.000 espectadores. As turnês continuaram em 2016 no Hipódromo de Tandil, reunindo mais de 250.000 pessoas, e em 2017 no recinto La Colmena em Olavarría, onde foi reportada uma assistência de mais de 400.000 pessoas.
A composição da maioria das canções de Pajaritos, bravos muchachitos é obra de El Fisgón Ciego (Indio Solari). A exceção é La pajarita pechiblanca (Scherzo), que foi criada e interpretada por Sergio Dawi, Semilla Bucciarelli e Walter Sidotti, com voz e letra de Solari. O álbum é dedicado a Iche Gómez.