Início · Álbuns · Inner Circle · Bad to the Bone

Bad to the Bone 1992
Álbum · por Inner Circle ↗ Ver artista

Bad to the Bone

Bad to the Bone é o disco em que Inner Circle levou seu som de reggae com toques de fusão para um terreno mais direto, quase dançante. Gravado em duas versões para mercados distintos —uma para os EUA e outra internacional—, o álbum foi lançado em 1992 com selos diferentes em cada caso: RAS para o primeiro e WEA para o segundo. A versão estadunidense, que depois teria uma reedição em 1993 sob o nome Bad Boys, acabou sendo a mais bem-sucedida em vendas, chegando a disco de platina. O que começou como um projeto com versões paralelas terminou definindo o rumo comercial da banda, embora cada edição guardasse suas próprias surpresas nos temas.

Ano
1992
Músicas
18
Duração
74 min 31 seg

18 música|s

Lista de músicas

# Título Disponível

Sobre o álbum

Bad to the Bone, segundo o DoReSol

As canções que mais fizeram sucesso saíram das duas versões principais: Sweat (A La La La La Long), Rock with You e Bad Boys foram os *singles* que cruzaram fronteiras. Mas onde se nota a diferença é nos detalhes: a edição internacional incluía Stuck in the Middle e versões distintas de Rock With You, enquanto a estadunidense acrescentava *remixes* como o Dancehall Mix de Sweat ou o David Morales Mix de Bad Boys. A reedição Bad Boys ainda incorporou canções novas para o mercado local, como Living It Up e Hey Love, que antes não apareciam no material original. O Grammy de Best Reggae Album conquistado pela versão estadunidense em 1993 foi apenas a confirmação de que, às vezes, as segundas chances são as que deixam marca.

O curioso é como o disco brinca com a duração: a versão dos EUA fica em pouco mais de uma hora, enquanto a internacional ultrapassa uma hora e doze minutos. Isso não é por acaso: cada mercado tinha seu público e suas expectativas. Os produtores Ian Lewis, Touter Harvey e Roger Lewis trabalharam com essa ideia em mente, ajustando o material para soar fresco em cada contexto. O resultado foi um álbum que, sem buscar totalmente, acabou sendo fundamental para entender como o reggae podia soar tão bem em uma boate de Nova York quanto em uma praia da Jamaica.