Legião Urbana — Daniel Na Cova Dos Leões
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Intro
Am G
Riff
E|-5----------3---3----5----------3--10-----|
B|---5-3-5--3---3---3----5-3-5--3-------8-7-|
G|------------------------------------------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|------------------------------------------|
E|-5----------3---3----5----------3--7------|
B|---5-3-5--3---3---3----5-3-5--3------8----|
G|--------------------------------------7---|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|------------------------------------------|
Verse
Am G Am G
Aquele gosto amargo do teu corpo
Am G Am G
Ficou na minha boca por mais tempo
Am G Am G
De amargo e então salgado ficou doce
Am G Am G
Assim que o teu cheiro forte e lento
Verse
Dm F C
Fez casa nos meus braços e ainda leve
Bb Dm F
E forte e cego e intenso fez saber
C Bb
Que ainda era muito e muito pouco
( Am G Am G )
( Am G Am G )
Am G Am G
Faço nosso o meu segredo mais sincero
Am G Am G
E desafio o instinto dissonante
Am G Am G
A insegurança não me ataca quando erro
Am G Am G
E o teu momento passa a ser o meu instante
Dm F
E o teu medo de ter medo de ter medo
C Bb
Não faz da minha força confusão
Dm F
Teu corpo é meu espelho e em ti navego
C Bb
Eu sei que tua correnteza não tem direção
( Am G Am G )
( Am G Am G )
( Am G Am G )
( Am G Am G )
Dm F
Mas, tão certo quanto o erro de ser barco
C Bb
A motor e insistir em usar os remos
Dm F
É o mal que a água faz quando se afoga
C Bb
E o salva-vidas não está porque não vemos
( Am G Am G )
( Am G Am G )
( Am G Am G )
( Am G Am G )
Final
A5 B5 A5 G#5 G5
F#5 F5 E5 D5
Aquele gosto amargo do teu corpo
Ficou na minha boca por mais tempo
De amargo então salgado ficou doce
Assim que o teu cheio forte e lento
Fez casa nos meus braços e ainda leve
E forte e cego e tenso fez saber
Que ainda era muito e muito pouco
Faço nosso o meu segredo mais sincero
E desafio o instinto dissonante
A insegurança não me ataca quando erro
E o teu momento passa a ser o meu instante
E o teu medo de ter medo de ter medo
Não faz da minha força confusão
Teu corpo é o meu espelho e em ti navego
E sei que tua correnteza não tem direção
Mas, tão certo quanto o erro de ser barco
A motor e insistir em usar os remos
É o mal que a água faz, quando se afoga
E o salva-vidas não está lá porque não vemos