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🇦🇷 Argentina · 1976–2001

Patricio Rey y sus Redonditos de Ricota

Patricio Rey y sus Redonditos de Ricota, conhecidos também como Los Redondos, forjaram um som distintivo no rock argentino, marcado por letras que entrelaçavam poesia sombria e crítica social com uma estética vanguardista. Desde seus inícios em La Plata em 1976, a banda, liderada por Carlos Alberto Indio Solari e Eduardo Skay Beilinson, explorou um caminho independente, construindo sua massividade sem depender dos meios tradicionais. Seus concertos, que começaram com elementos de teatro circense e dançarinas nuas em 1977, evoluíram para eventos de grande convocação, onde a música se tornou o eixo central. A produção independente foi uma constante, permitindo-lhes manter uma visão artística pura e afastada das pressões da indústria.

A trajetória de Los Redondos experimentou um notável crescimento em meados dos anos 80. Após o lançamento de seu álbum de estreia, Gulp! em 1985, onde consolidaram sua identidade musical, chegaram discos como Oktubre (1986), Un baión para el ojo idiota (1988) e ¡Bang! ¡Bang! Estás liquidado (1989). Estes trabalhos os catapultaram a um nível de popularidade sem precedentes, culminando em apresentações multitudinárias no Estádio Obras Sanitarias no final de 1989. A década de 90 os viu se tornar um fenômeno cultural, com shows massivos apelidados de "missas ricoteras" e a publicação de obras como Lobo suelto, cordero atado (1993) e Luzbelito (1996), que exploravam o rock alternativo e geravam debate. No entanto, a crescente violência nos espetáculos e a repressão policial, que infelizmente incluiu incidentes trágicos como o de Walter Bulacio em 1991, levaram a banda a buscar palcos fora de Buenos Aires a partir de 1995.

2 Álbuns
1 Músicas
116K Ouvintes/mês

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Músicas essenciais

2 álbuns · 1986 — 1996

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Dados, prêmios, membros e mais

Mais sobre Patricio Rey y sus Redonditos de Ricota

Biografia

Em direção ao final do século XX, Los Redondos experimentaram com sons eletrônicos em álbuns como Último bondi a Finisterre (1998) e Momo Sampler (2000). O ponto alto de sua convocação foi alcançado em abril de 2000, com um show no Estádio Monumental que reuniu 70 mil pessoas. Apesar deste sucesso, o desgaste gerado pela violência em suas apresentações e as diferenças artísticas internas desembocaram no anúncio de sua separação em novembro de 2001. Ao longo de sua carreira, a banda foi reconhecida com distinções como o Diploma ao Mérito da Fundação Konex em 1995 e 2005, e o Prêmio Konex de Platina em 2005 como melhor banda de rock argentino da década, compartilhado com Divididos. Seus trabalhos discográficos, como Oktubre, ¡Bang! ¡Bang! Estás liquidado e Luzbelito, foram consistentemente destacados em listas dos melhores álbuns de rock argentino, assim como canções como «La bestia pop» e «Ji ji ji».

Dados

Nacimiento
1 ene 1976
País
🇦🇷 Argentina
Instrumento
Guitarra
Género
Rock alternativo

Membros

Vocalista · 1976-2001
Carlos Alberto Solari
Guitarrista · 1976-2001
Eduardo Skay Beilinson
Diseñador gráfico · 1976-2001
Ricardo Cohen (Rocambole)
Bajista · 1982-2001
Daniel 'Semilla' Bucciarelli
Baterista · 1984-2001
Walter Sidotti
Saxofonista · 1986-2001
Sergio Dawi

Selos discográficos

Wormo Del Cielito Patricio Rey Discos

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