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🇨🇦 Canadá · 2007–presente

Grimes

Grimes soa como se tivesse construído um mundo inteiro num estúdio de Montreal, onde os sintetizadores se misturam com vozes que parecem flutuar entre duas dimensões. Sua música não se limita a um único estilo: há lampejos de dream pop em canções como Genesis, mas também batidas eletrônicas cruas que lembram o synth-pop dos anos 80, tudo envolto em letras que brincam com ficção científica e feminismo. Não é música para ouvir de fundo; é para se mergulhar, como se cada faixa fosse um capítulo de uma história que ainda não terminou.

Em 2012, com Visions, ela deu o salto que a levou de tocar em garagens a lotar palcos. O álbum não só lhe rendeu um Juno Award de Melhor Electronic Album no Canadá, como também provou que podia criar algo que soava fresco e, ao mesmo tempo, inevitável. Canções como Oblivion têm essa raridade de serem ao mesmo tempo íntimas e épicas, como se o baixo ressoasse num corredor infinito. Depois veio Art Angels em 2015, onde ela levou seu som ainda mais longe, misturando pop com toques de hip hop e R&B, quase como se estivesse testando até onde podia esticar os limites do que se considerava "música pop".

2,7M Ouvintes/mês

Dados, prêmios, membros e mais

Mais sobre Grimes

Biografia

Mas não parou por aí. Em 2020, Miss Anthropocene chegou como um disco conceitual sobre a queda da humanidade, com vozes que soam como ecos de um futuro distópico. Depois, em 2023, lançou I Wanna Be Software, uma canção que parece feita para dançar numa nave espacial, e no ano seguinte colaborou com Anyma em Welcome to the Opera, onde sua voz se funde com melodias techno que soam como algo tirado de um sonho. Agora, em 2025, com singles como I D G A F e Artificial Angels, ela continua explorando territórios onde a eletrônica se torna emocional e a tecnologia parece humana. Não é só evolução; é reinvenção constante.

Dados

Nacimiento
17 mar 1988
País
🇨🇦 Canadá
Género
Dream pop

Selos discográficos

Columbia

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