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GÉNESIS 2023
Álbum · por Peso Pluma ↗ Ver artista

GÉNESIS

O som de Génesis não chegou sozinho. Peso Pluma o construiu em 2023 como uma ponte entre o que já havia experimentado em seus dois álbuns anteriores e o momento em que o corrido tumbado começava a romper fronteiras. Gravado em sessões apertadas, o álbum mistura colaborações que já vinham aquecendo as redes — como "PRC" com Natanael Cano ou "Las Morras" com Blessd — com faixas novas que terminaram de definir seu estilo: letras diretas, ritmos que dançam entre o tradicional e o moderno, e aquele ar de frescor que o fez soar diferente de tudo o que se ouvia na cena regional mexicana naquela época. Não é um disco que levou tempo no estúdio; é o tipo de projeto que se sente vivo desde o primeiro acorde, como se cada canção tivesse sido escrita na hora.

Ano
2023
Músicas
17
Duração
54 min 2 seg
Ouvir o álbum

17 música|s

Lista de músicas

# Título Disponível
01

ROSA PASTEL

3:24
02

LUNA

2:43
03

77

3:35
04

RUBICON

em breve

3:58
05

CARNAL

em breve

2:54
06

LAS MORRAS

em breve

2:35
07

GAVILÁN II

em breve

3:45
08

VVS

em breve

2:42
09

SU CASA

2:18
10

LADY GAGA

3:32
11

ZAPATA

2:57
12

PRC

3:04
13

LA PEOPLE

2:33
14

NUEVA VIDA

3:10
15

TULUM

em breve

3:29
16

LAGUNAS

3:51
17

BYE

3:32

Sobre o álbum

GÉNESIS, segundo o DoReSol

O mais chamativo não está apenas na lista de faixas, mas em como algumas dessas canções se tornaram marcos quase sem aviso. "Rosa Pastel", por exemplo, foi lançada como single sem muito alarde e acabou sendo um daqueles temas que as pessoas assobiam sem perceber, enquanto "77" — com Eladio Carrión — se infiltrou nas paradas como um golpe de sorte. Mas a verdadeira reviravolta veio com "Bye", que fechou o álbum original e depois foi relançada na versão *deluxe* junto a "Tulum" com Grupo Frontera, um tema que já vinha com o impulso das plataformas. Aí está a magia deste disco: não só reuniu vários dos nomes mais sonantes do momento — de Jasiel Nuñez a Edgardo Nuñez —, mas conseguiu que essas colaborações soassem naturais, como se sempre tivessem sido destinadas a estar juntas.

O impacto foi imediato. Em abril de 2023, enquanto "Ella Baila Sola" com Eslabón Armado subia no Billboard Hot 100, Génesis já se posicionava como o reflexo daquele momento em que o corrido tumbado deixava de ser um gênero local para se tornar um fenômeno global. A Academia de Gravação o reconheceu com um Grammy na categoria de Melhor Álbum de Música Mexicana (incluindo Tejano), e o disco acabou sendo o primeiro de Peso Pluma a entrar forte em mercados que antes lhe fechavam as portas. Não foi planejado como um sucesso massivo, mas terminou sendo exatamente isso: um álbum que soa como futuro, gravado com a urgência de quem sabe que está fazendo história sem precisar gritá-lo.